Da captação ao sinal de saída, cada função tem um lugar no plano. O âmbito é definido a partir da competição, das fontes disponíveis e do destino da emissão.
PRODUÇÃO, CAMADA A CAMADA.
Realização e fontes de imagem
O jogo e as câmaras não contam a mesma parte da história. A realização organiza as entradas e escolhe o momento de passar de uma fonte para outra. A preparação identifica o que existe, como chega à régie e que equipa o opera.
Num torneio com partidas simultâneas, importa definir que encontros têm cobertura e como são comunicadas as mudanças de prioridade.
Som, comentário e coordenação
O som liga vozes, jogo e comunicação de produção. As ligações precisam de ser identificadas e testadas para cada função perceber o que ouve e para onde envia o seu sinal.
O comentário acrescenta contexto à competição. Nomes, fases, regras do formato e entradas em antena fazem parte da preparação. Idiomas e condições de ligação são enquadrados antes de fechar a produção.
Grafismo, resultados e repetições
O grafismo torna a competição legível. A informação precisa de um responsável, de um formato de entrega e de um momento de validação. O mesmo cuidado aplica-se aos materiais a recuperar em repetição.
Confirma os direitos de utilização das identidades, imagens, música e outros elementos fornecidos para a emissão.
ANTES DE FECHAR O ÂMBITO.
O plano técnico deve ligar o que é necessário ao que está efetivamente disponível.
Entradas e saídas
Fontes locais ou remotas, plataformas de destino, acessos e formato de entrega. A configuração depende do cenário confirmado.
Equipa e responsabilidades
Quem fornece os sinais, quem confirma os resultados e quem aprova uma alteração editorial ou gráfica.
Entrega e utilização
O que fica entregue depois do direto, em que suporte e para que utilização. Gravação e reutilização devem constar do âmbito.
DO MAPA AO PLANO.
Reúne calendário, fontes e necessidades de cobertura para preparar uma conversa de produção.